ESTOU AQUI COM MEU FILHO, UM GAROTO LINDO,COM OLHOS ANTES EXPRESSIVOS,
AGORA PARECEM DISTANTES, POR UM BREVE MOMENTO ME LEMBRO QUE ELE É AUTISTA,
E COMO TAL, TEM PERIODOS DE ISOLAMENTO,
ONDE PARECE QUE NÃO TEM LUGAR PARA MIM
A EUFORIA TOMA CONTA DE SEUS SENTIDOS, ELE NÃO ME VÊ, NÃO ME ESCUTA, NÃO ME NOTA
ELE DEVE ESTAR NO TAL MUNDO INTERIOR, AQUELE LUGAR QUE TODOS DIZEM QUE VIVEM OS AUTISTAS,
LUGAR ESSE QUE ELE NUNCA QUIZ PERMANECER, MAS QUE EM ALGUNS PERIODOS ELE SE REFUGIA
NÃO SEI AO CERTO SE PARA ENTENDER TODAS AS MUDANÇAS QUE ESTÃO ACONTECENDO COM SEU CORPO
OU SE ELE ESTA BUSCANDO UM LUGAR ONDE ELE POSSA SE SENTIR SEGURO
SÓ SEI QUE O POUCO TEMPO QUE ESSE ISOLAMENTO DURA, ME PERTURBA
TENHO MEDO DE ELE NÃO QUERER MAIS SAIR, DE ELE SE ENCONTRAR EM UM LUGAR ONDE NÃO TENHO
COMO ENTRAR, TENHO MEDO DE PERDE-LO
SEI QUE ESSA FASE VAI PASSAR, SEMPRE PASSA, MAS SEMPRE QUE O VEJO ASSIM ME FAZ SENTIR
IMPOTENTE, TRAZ A TONA MEDOS QUE EU ACREDITAVA JA TER SUPERADO

 SEI QUE SEMPRE TEREI VOCÊ COMIGO,ASSIM COMO EU SEMPRE ESTAREI COM VOCÊ.

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 20:59
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Quando estamos em paz com a vida

Quando aceitamos com o coração aberto tudo que recebemos

Quando deixamos de questionar

Quando simplesmente nos entregamos ao que de fato importa

A vida é mais leve,tudo ao redor é mais suave

Não importa como as coisas chegam a té você 

O que importa é como as recebe

Olhar sempre o lado bom das coisas, das pessoas, dos momentos

Talvez esse seja o segredo da felicidade, pelo menos para mim

Eu escolhi ser feliz

Escolhi viver sem medo, sem restrições, sem os porques

Eu escolhi ver o lado bom das coisas, das pessoas, dos momentos

Eu escolhi estar do lado alegre da vida, eu escolhi ser otimista

Eu sou, porque eu quiz ser

Todos podem, basta se abrir para as coisas belas

Basta enchergar as coisas boas

Basta querer...............................

RITA KUESTER



Postado por: Rita e Otto Kuester às 21:15
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BEIJOS DO GABRIEL

MEUS MENINOS HOJE......

Esse espaço sempre foi para mim, uma terapia,onde eu desabafava,onde podia dividir meus medos,incertezas....

Hoje ele anda abandonado,talvez porque eu não tenha mais medo ou incerteza com relação ao Gabriel.

 

 

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 11:37
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NUNCA PEDI A DEUS QUE O GRABRIEL DEIXASSE DE SER AUTISTA, POIS ISSO SERIA NEGA-LO EM SUA EXCENCIA.

RITA KUESTER

Algumas perguntas freqüentes sobre o autismo

O que é o autismo?
É uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar e de se relacionar. Ou seja, perda de contato com a realidade e grande dificuldade ou impossibilidade de se comunicar, podendo se manifestar de diversas maneiras. É incapacitante e surge nos três primeiros anos de vida.

Como é feito o diagnóstico e quais os sintomas?
Os pais são os primeiros a perceber que há algo de diferente com o bebê. Normalmente, a criança não demonstra interesse a estímulos. Infelizmente, não existem testes laboratoriais ou de imagem que possam diagnosticar o autismo. Esse diagnóstico é feito clinicamente com aplicação de questionários direcionados aos pais e com a observação da criança no seu desenvolvimento. O indivíduo autista rejeita o contato físico; não estabelece contato com os olhos; apresenta movimentos estereotipados como balançar as mãos ou balançar-se; demonstra atraso no desenvolvimento da linguagem (normalmente a criança fala de uma a duas palavras com sentido - mama ou papa - até um ano de idade). Além disso, há momentos que parece surdo e age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros. Quanto antes for feito o diagnóstico, maiores são as possibilidades de melhorar a qualidade de vida do paciente.

Existe cura?
A causa do autismo ainda não é conhecida. A cura também não existe, mas há possibilidades de mudar o prognóstico. É possível ter avanços no tratamento no sentido do paciente ter uma vida mais independente ou até mesmo de recuperar a capacidade de linguagem.

Qual a incidência?
É muito alta. Enquanto há 50 casos de Síndrome de Down por cada 100 mil nascimentos, o autismo  apresenta cerca de 130 casos para cada 100 mil nascidos.
Por que ocorre o autismo?
Segundo as pesquisas mais recentes, a causa principal seria genética com alteração na formação no cérebro da c riança por volta da 30ª  semana da gestação.

Com é feito o tratamento?
O tratamento envolve múltiplas especialidades como pediatria, psiquiatria infantil, fisioterapia, terapeuta ocupacional, assistente social e pedagogos. Além disso, há casos que necessitam de terapia medicamentosa para controlar sintomas negativos como surtos psicóticos, agressividade e convulsões.



Postado por: Rita e Otto Kuester às 21:11
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 Autismo

 

Um Transtorno Global do Desenvolvimento, uma palavra desconhecida para muitos. Talvez você já tenha visto algum filme que retrate autistas e tenha ficado com a idéia de que são "muito inteligentes" ou "fechados em seu próprio mundo ", duas expressões que os, pais de autistas, ouvem muito, mas que não correspondem a toda a realidade.

Aos dois anos, espera-se que uma criança seja dona de um bom vocabulário, converse, ria... Algumas, no entanto, chegam a essa idade e não falam, se isolam, ficam horas olhando para o nada, agem como surdas. Depois de uma longa peregrinação por consultórios médicos, os pais, com alguma sorte, podem encontrar alguém que fale em autismo. Uma palavra desconhecida por muitos.

O autismo desafia: não se conhecem as causas. É um dos grandes distúrbios da comunicação humana. Compromete a socialização, a comunicação e a imaginação. Manifesta-se até os 3 anos e ocorre quatro vezes mais em meninos do que em meninas. Pode ser acompanhado de outros distúrbios, como depressão, epilepsia e hiperatividade. Varia do mais severo ao mais leve comprometimento, o que pode confundir o diagnóstico e leva muitas vezes a um tratamento inadequado.

Certas características que podem aparecer – ou não – em uma criança levantam a suspeita de autismo: 
1) usa as pessoas como ferramentas; 2) fica nervoso com mudanças de rotina; 3) não se mistura com outras crianças; 4) apega-se demais a objetos; 5) às vezes, não mantém contato visual (não olha nos olhos); 6) às vezes, age como se fosse surdo; 7) resiste ao aprendizado; 8) pode não mostrar medo de perigos; 9) mostra risos e movimentos não apropriados; 10) gosta de girar objetos; 11) às vezes é agressivo e destrutivo; 12) tem modo e comportamento indiferente e arredio.

 

Diagnóstico

 

O Autismo está classificado sob o CID-10 (Código Internacional de Doenças).

Com base nas normas médicas norte-americanas (DSM-IV - simplificado), para ser classificada como autista, uma criança deve mostrar seis ou mais dos itens abaixo, com pelo menos dois do grupo 1, um do grupo 2 e um do grupo 3:

  1. Prejuízos na interação social: 
    a) prejuízo acentuado no uso de comportamentos não-verbais (contato visual, expressão facial, gestos); 
    b) fracasso em fazer amigos; 
    c) não tenta compartilhar suas emoções (por exemplo, não mostra uma coisa que gostou); 
    d) falta de reciprocidade social ou emocional.
  2. Prejuízos na comunicação: 
    a) atraso ou falta de linguagem falada; 
    b) nos que falam, dificuldade muito grande em iniciar ou manter uma conversa; 
    c) uso estereotipado e repetitivo da linguagem; 
    d) falta de jogos de imitação.
  3. Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades: 
    a) preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados; 
    b) assumir de forma inflexível rotinas ou rituais (ter " manias" ou focalizar-se em um único assunto de interesse); 
    c) maneirismos motores estereotipados (agitar, torcer ou bater as mãos, por exemplo); 
    d) preocupação insistente com partes de objetos, em vez do todo (fixação na roda de um carrinho, por exemplo).

 Filmes

Hollywood fantasia muito o autismo.

 

Talvez Raun Kaufman seja a pessoa autista mais conhecida. A luta de seus pais nos anos 70, quando ele era bebê, está no filme Meu filho, meu mundo. Hoje, ele é pedagogo.

O primeiro grande filme com personagem autista foi Rain Man, com Dustin Hofman e Tom Cruise. Rapaz tira o irmão autista da clínica, levando-o em uma viagem de carro através dos EUA e descobrindo, enfim, o que é ter uma família. Habilidades de memória e cálculo só acontecem com 10% dos autistas.

Código para o Inferno, com Bruce Willis, embora fantasie as habilidades do menino que descobre um código secreto, é muito fiel ao comportamento de crianças autistas.

Em Experimentando a vida, Elisabeth Shue é Molly. Quando a instituição em que passou toda sua vida é fechada, seu irmão precisa cuidar dela. Uma experiência científica lhe dá condição de falar e ela conta o que sente.

Loucos de Amor retrata o romance e as desavenças entre um casal de portadores da Síndrome de Asperger, o autismo de alto funcionamento.

Vida de autista.

Autistas podem evoluir muito. Alguns têm vida normal, casam-se e exercem uma profissão, embora estes sejam em grande minoria.

 

Se houvessem políticas públicas voltadas para o autismo, certamente o desenvolvimento dessas pessoas seria em número muito maior do que é atualmente.

Como todo mundo, a criança autista precisa de afeto, compreensão, paciência e, claro, Educação. O ensino deve ser adaptado a suas necessidades. Na maioria, as pessoas autistas têm boa memória visual, boa compreensão de imagens, dificuldade de concentração e hiperatividade. Quem convive com elas deve agir positivamente, compreendendo que são pessoas com um jeito diferente de ver o mundo. Os progressos aparecerão.

Intervenção precoce, participação da família, aceitação, compreensão, paciência, amor e afeto, sem esquecer de ensinar limites, é a melhor receita, para qualquer pessoa.

Afinal, a grande meta de pais, familiares, terapeutas, médicos, psicólogos e educadores deve ser, sempre, que a criança seja feliz, autônoma e independente . 

 

Texto escrito por Fernando Cotta - Pai do Fernandinho, Autista clássico, atualmente com 10 anos.

 

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 21:50
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Informação Importante

Vacinas e autismo revisitados – O caso Hannah Poling

| Dr. Paul A. Offit, médico | The New England of Medicine | Volume 358:2089-2091 May 15, 2008 Number 20 |
 Fonte Cronica Autista - Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia

Em 11 de abril de 2008 o Comitê Consultivo Nacional para Vacinas deu um passo incomum: em nome da transparência, confiança e colaboração, pediu a pessoas do público para ajudá-lo a definir sua agenda de pesquisas sobre a segurança das vacinas para os próximos cinco anos. Muitos pais, dada a oportunidade, expressaram sua preocupação sobre se vacinas podem causar autismo – um temor que foi recentemente alimentado pela extensa cobertura dada pela mídia a uma entrevista coletiva envolvendo uma garota de nove anos chamada Hannah Poling.

Quando tinha 19 meses, Hannah, a filha de Jon e Terry Poling, recebeu cinco vacinas – difteria-tétano-coqueluche, Haemophilus influenzae tipo B (Hib), sarampo-caxumba-rubéola (MMR), varicela e Sabin. Na época, Hannah era interativa, brincalhona e comunicativa. Dois dias depois, estava letárgica, irritável e febril. Dez dias depois da vacinação, desenvolveu uma erupção de pele consistente com varicela (catapora) induzida por vacina.

Meses depois, com atraso no desenvolvimento neurológico e psicológico, Hannah foi diagnsoticada com encefalopatia causada por um déficit enzimático mitocondrial. Os sintomas incluíam problemas com linguagem, comunicação e comportamento – quadro típico de autismo. Apesar de não ser incomum que crianças com déficit das enzimas da mitocôndria desenvolvam sinais neurológicos entre o primeiro e o segundo anos de vida, os pais de Hannah acreditam que as vacinas desencadearam sua encefalopatia, processaram o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (Department of Health and Human Services – DHHS) pedindo uma compensação dentro o Programa de Compensação por Danos Vacinais (Vaccine Injury Compensation Program – VICP) e ganharam.

Em 6 de março, os Poling levaram seu caso a público. Sentado em frente aos microfones de várias grandes redes de comunicação, Jon Polling disse que “os resultados deste caso podem significar uma decisão histórica para as crianças que desenvolvem autismo após a vacinação”. (1) Por anos, as agências de saúde federais e as organizações profissionais têm reassegurado ao público que vacinas não causam autismo. Agora, com o DHHS fazendo essa concessão em uma corte de apelação federal, o Governo parece estar dizendo exatamente o contrário. Pegos no meio da discussão, os médicos ficaram perdidos, tentando dar uma explicação para as razões por trás dessa decisão do VICP.

 




Postado por: Rita e Otto Kuester às 20:52
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  Um Pai Especial

Ser  pai no universo das emoções

Muitas vezes significa fazer o papel de coadjuvante

É generosamente colocar-se em segundo plano

É estar em cena, mesmo sem ser notado

Para que a estrela principal da peça possa brilhar

Assim é meu marido

Pai, amigo, companheiro e marido dedicado

Sempre ao meu lado

Tornando possivel que eu me dedique integralmente aos nossos filhos

Cuidando para que nada nos falte

Nem amor

Nem atenção

Nem carinho

Nem dedicação

Quero agradecer a esse pai tão especial

Por fazer parte de nossas vidas

Com amor

Rita, Matheus,Gabriel e Guilherme

 

 

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 19:21
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Escolhida para guardar, dentro de si,
o dom da vida.
Escolhida para cultivar com carinho
as sementes do futuro.
Escolhida para dar à luz,
aquele pequeno ser
que durante todo o sempre
irá simbolizar o que há de mais
importante e precioso em sua existência...

Escolhida para ser capaz
de viver e de sonhar,
de aprender e de viver,
de proteger e de mudar,
de dizer e de calar,
de sofrer e de lutar,
de vencer e de acreditar,
de sorrir e de chorar,
de sentir e de se emocionar,
de saber o que é amar...

Escolhida para ser capaz de tudo,
até mesmo o impossível
por aqueles que com muito orgulho
irá chamar de "filho".

Escolhida para ser mulher,
escolhida para ser especial,
escolhida para ser ...

MÃE




Postado por: Rita e Otto Kuester às 14:21
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Dentre as coisas mais lindas que eu recebi,está a missão de ser mãe especial.

Não que eu seja especial.

Sou uma mulher como tantas outras,que batalha,que cuida dos filhos,que ama e é amada acima de tudo e que sempre,sempre sonhou e desejou ser mãe.

Mas ser mãe especial é uma condição muito singular,porque é preciso acreditar e sentir verdadeiramente que isso é uma dádiva,não uma punição.

Que todas as dificuldades, são um caminho para aprendizagem,não um castigo.

Que as alegrias existem,e são tantas,basta olhar com os olhos do coração.

Existem muitos tipos de mães especiais.

Aquelas que como eu tem filhos especiais.

Aquelas que tem filhos típicos,mas que são mães e mulheres especiais (como a minha).

E aquelas que para mim são as mais especiais dentre todas.

As que muitas vezes nem tem filhos,mas dedicam sua vida a cuidar dos nossos anjos,que dão a eles seu tempo,seu conhecimento,sua dedicação e seu amor.

A todos profissionais da Evolução (instituição do Gabi),que cuidam de mais de 60 autistas e que eu vejo diariamente o sorriso no rosto de quem cuida e é cuidado.

Cada criança pequena e grande que lá estão,sei que encontraram a aceitação e o carinho necessário para crescerem felizes.

A essas mulheres ,que não se tornaram mães especiais,mas que nasceram assim,quero dedicar meus melhores sentimentos,meu agradecimento e meu amor.

  



Postado por: Rita e Otto Kuester às 14:38
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Unicamp forma primeiro mestre autista

Da redação

Em São Paulo*
 

Superação

Apesar de possuir excelente acuidade visual, habilidade que foi decisiva para a identificação das espécies, a maior dificuldade de Jansen, segundo a professora, está em atividades que envolvem a coordenação motora.

"Por conta disso o estudo demorou um pouco mais que o habitual para ser concluído", disse Fosca. O mestrado começou em 2004 e foi concluído em fevereiro de 2008.

Para a professora, os problemas motores e de socialização de Jansen não atrapalham sua capacidade intelectual. Alguns pesquisadores acreditam que Sindrome de Asperger seja um caso de autismo em que a inteligência é preservada.

"Ele também tem uma capacidade de observação muito desenvolvida e consegue relacionar, com facilidade, as estruturas observadas com as descrições das espécies. Por isso o aconselhei a desenvolver um projeto de pesquisa relacionado à identificação de espécies de crustáceos, que também venho estudando há vários anos", disse Fosca.

"Confesso que o processo não foi fácil e exigiu muita dedicação dos docentes do instituto. Deverá servir de exemplo para outros alunos nas mesmas condições de Daniel", destacou Fosca.

*Com informações da Agência Fapesp
 
 


Postado por: Rita e Otto Kuester às 19:00
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 Hoje eu tive a informação de um workshop interativo,será a 1ª vez que o Programa Son-Rise será apresentado no Brasil,claro que fiquei super empolgada para participar e vivenciar o conseito de tratamento para autistas.

A proposta do workshop é investir na capacitação dos pais de autistas,para aque eles mesmos possam dirigir o programa educacional de seus filhos.

Para quem não conhece,o programa Son-Rise,é tido como um eficiente método educacional para crianças com autismo,desenvolvido pelo The Autism Treatment Center of America,nos Estados Unidos, e tem sido aplicado em diversos paises com excelentes resultados.

Mas,como tudo que se refere a informação nesse pais é praticamente impossivel para grande maioria,esse workshop não é diferente,o custo da inscrição para 3 dias é de R$600,00,ou seja,a grande maioria dos pais jamais tera acesso e infelizmente muitos profissionais tambem não.

Essa seria uma grande oportunidade de conhecer novos metodos de ensino,de compartilhar experiencias e aprender um pouco mais sobre esse universo tão misterioso do autismo,mas...

Quem sabe um dia,o ideal de igualdade e direitos iguais deixe de ser uma utopia.

É....quem sabe,afinal,eu vivo de sonhos!!!

Inspiração não é algo que acontece conosco -

                é um estado fisico e mental

                que cada um de nós cria para nós mesmos.

                Inspirado pelo autismo - www.inspiradospeloautismo.com



Postado por: Rita e Otto Kuester às 12:42
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Tanto tempo sem escrever,e tantas novidades pra contar

Mais uma conquista obtida nessa nossa luta incessante por melhores condições de atendimento para nosso pequeno anjo.

Quando não se tem ou conhece alguém com necessidades especiais, é impossivel dimencionar as dificuldades, o quanto tudo "que é quase nada" é dificil.

Com muita percistencia, conseguimos uma bolça integral em um centro especializado em atendimento de autista,como ja disse antes, nunca tinha imaginado o Gabriel em uma escola especial,mas agora que ele esta no 2º semestre, posso dizer que não poderia esperar nada melhor.

Desde o inicio ele se sentiu bem e seguro,não precisei ficar na escola mais do que uma semana para que ele se adaptasse, foi incrivel ve-lo a cada dia mais alegre e integrado, e posso imaginar o porque.

Ele esta em um lugar onde ele se sente parte de um todo e naõ uma exessão.

Aonde tudo que para as pessoas "normais" éra estranho, lá é natural.

Não há mais a angustia de ser diferente, de falar diferente, de agir diferente,de se sentir diferente.

Lá ele é normal como todos os outros.

Lá ele pode ser exatamente quem ele é, sem que ninguém olhe com ar de espanto quando ele fala alto, ou fica pulando de um lado para o outro, ou faz tantas outras coisas que o torna especial.

Hoje sinto o Gabi mais leve,mais alegre, como se finalmente ele tivesse encontrado seu lugar.

 

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 07:38
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Me observa quando falo

Mais ainda quando me calo

Olhar profundo

Lê minha alma

 

Conhece minha essencia

O que sinto e o que sei

Quase não fala

Mas muito me diz

 

Com seus olhos penetrantes

Que me sorreim

Que me pedem

Que me agradecem

Que me amam

 

São tantas emoções

Que vem do seu olhar

Sei quando chora sem lagrimas

Sei quando ri sem gargalhar

Sei quando se irrita

Mesmo antes de manifestar

Sei que me ama

Só pelo seu olhar

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 15:16
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 Nunca ouso chorar

  E mesmo que as lagrimas rolassem

  Não seriam elas tristes

 Triste são apenas os que olham, os que se espantam

Quando olham para uma criança de aparencia tão normal

E ai vem o espanto...ele é diferente, ele é especial

                                                                        

Ainda que pensem que vivo em prantos

Pois não conseguem imaginar algo bom no que não é normal

E eu vivo na anormalidade, em um mundo especial

Aonde as palavras tem significado quase que divino

Embora não necessariamente racional

                      

Não ouso chorar

Nada justificaria tal ação

Pois tenho a alegria entranhada na alma e no coração

                                  Rita Kuester       .

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 21:13
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Nunca olhei o Gabriel como uma criança cheia de limitações

Ao contrario, quando olho para ele vejo muitas possibilidades e

um potencial enorme para ser feliz.

Sempre busquei oferecer a ele uma vida normal, escola, cinema, parque

Mas percebi que algo estava mudando, principalmente na escola

Ele estava arredio, disperso e não participava mais das atividades

Sempre procurando uma forma de se isolar

Pensei que seria algo passageiro, apenas mais uma fase

Mas as mudanças iam se agravando com o passar do tempo

Tive então que tomar uma difícil decisão, a de tira-lo da escola

O Gabriel passou então a fazer aulas particulares com uma pedagoga

E os resultados estão aparecendo, hoje ele já escreve o nome dele

Mas sentia que ainda faltava algo, uma atendimento especial que estimulasse

todo seu potencial emocional e social

Queria que o Gabriel tivesse mais terapias, e assim mas oportunidades para

aprender

Busquei junto ao estado uma atendimento multidiciplinar, já que esse é um direito

que nos cabe, e depois de muito insistir consegui uma bolça em uma escola especial

Confesso que nunca havia cogitado a idéia de coloca-lo em uma escola especial

Sempre eduquei o Gabriel como meus outros dois filhos, nunca o tratei de forma

diferenciada somente por ele ser autista, claro que existem situações em que ele

se comporta de forma diferente e precisa de mais atenção e cuidados, mas sempre busquei dar a

ele a oportunidade de levar uma infância normal

E freqüentar uma escola "normal" fazia parte dessa forma de educa-lo

Mas hoje me pergunto se de fato a escola normal era boa para ele, ou somente

para mim, que tinha a ilusão de que estando entre as crianças que falam, lêem, escrevem,

ele poderia se sentir mais estimulado a fazer o mesmo

Mas agora me pergunto: A quem interessa a inclusão???

Sei que para o meu filho é que não é!!!

Agora entendo sua frustrações, suas insegurança, seu isolamento escolar

Imagino o quando deveria ser difícil para ele estar entre crianças que podiam

realizar tarefas que ele ainda não estava pronto para realizar

O quanto deveria ser frustrante não ser como os demais, ser o único diferente

entre tantos, já que as crianças podem ser cruéis, com seus apelidos, ou a maneira

como excluem aqueles que fogem a normalidade, machucando emocionalmente esse criança

Apesar de acreditar que a inclusão realmente ajuda as crianças a aprenderem a

conviver com as diferenças, ela não ajuda ao diferente a se sentir parte da

normalidade

Hoje o Gabriel esta feliz, passa o dia todo na escola, e volta para casa com um

sorriso no rosto que há muito tempo eu não via, como se ele finalmente tivesse

encontrado o seu lugar.

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 13:23
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Olá...eu sou Gabriel e tenho 08 anos.

 Sou um garotinho muito especial,

sou autista.

Tenho 2 irmãos, Matheus de 13 anos

e Guilherme de 06 anos.

Mamãe e papai criaram esse espaço

para contar sobre nossas

 descobertas e conquistas.

Enfim, para contar

sobre um universo maravilhoso chamado

AMOR.

 






                    
                                         









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