SER MÃE

Sempre sonhei ser mãe
Me lembro quando criança,dizia que seria
mãe aos 18 anos e que teria 5 filhos.
Eu sou apaixonada por criança desde sempre
Quando me perguntavam qual seria
minha profissão,eu logo respondia:
Enfermeira de berçario.
Na minha cabeça de crinaça,não poderia haver
melhor maneira de estar cercada de bebes,
poder dar banho,sentir aquela pele macia
que só os bebes tem.
Enfim,estar entre os anjos
(minha mãe sempre dizia que bebes eram anjos)
Então eu cresci,não fui mãe as 18 anos,mas aos 21.
Não tive 5 filhos,mas 3.
Não sou enfermeira de berçario,mas vivo rodeada
dos meus anjos.
A vida tem sido muito generosa comigo
Quando desejei amor...encontrei o homem
da minha vida!
Quando desejei filhos...me presenteou com
filhos especiais!
Quando pedi forças para enfrentar as dificuldades...
me deu alegria de viver!
Quando achei que nada mais teria a desejar...
A vida me trouxe amigos...que são cada um de vocês,
que nos visitam,que deixam lindas mensagens e
enchem nossos corações de alegria e luz.
Hoje...nada mais tenho a desejar...
Só a agradecer.
Obrigado meus amigos por tanto carinho!

Obrigado de coração ao
Atualizando Blogs pelo destaque.
COMUNICADO IMPORTANTE
Amigos,
Acabamos de disponibilizar, no site da AMA, de uma palestra do Prof.
Dr. Christopher Gillberg, um dos maiores pesquisadores da atualidade
sobre o autismo. Esta palestra foi proferida em São Paulo em 10 de outubro
de 2005; foi gravada, transcrita em inglês e traduzida para o português
por voluntários, e cobre os seguintes tópicos com relação a Autismo e
Síndrome de Asperger: Características clínicas, Epidemiologia,
Cromossomos e genes, Riscos ambientais, Fatores psico-sociais, Base cerebral,
Prognóstico, Intervenções/Tratamento e O futuro.
Você pode fazer download do arquivo em formato do Word, no site da AMA,
www.ama.org.br na área artigos, ou então baixar diretamente deste link
www.ama.org.br/download/Palestra_Gillberg_10_10_05.doc.
Veja também a edição número 4 do Boletim Autismo Brasil, cujo editorial
também foi escrito pelo Prof. Dr. Christopher Gillberg. O Boletim
número 4 já está disponível no site www.portalmed.com.br, ou no link direto:
https://www.portalmed.com.br/adCmsDocumentoShow.aspx?documento=534&Area=0&Area=792.
Procure por "fascículos trimestrais".
Cordialmente,
Mariana Mello
AMA - Associação de Amigos do Autista
Postado por: Rita e Otto Kuester às 10:47
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Olá amigos,quero agradecer de coração a todos que estão
votando no Anjinhos de luz

Para votar,clique no selinho que está logo
acima do destaque de Natal.
beijinhos.


Postado por: Rita e Otto Kuester às 15:14
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Gostaria de convida-la (o) a visitar
a janelinha do
Relatos de amor
Que são meus primeiros relatos sobre
a descoberta
e minha relação com meu filho autista.
Seja bem vindo ao nosso maravilhoso
mundo especial.
Beijinho a todos que tem vindo nos visitar e
obrigado pelos lindos comentários.

Quero agradecer ao blog (H)Alma Guerreira
Pelos maravilhosos presentes,em especial o
Premio Vida Viva que foi dado ao meu anjinho Gabriel
Amamos.


Quero agradecer de coração a Tuxa,
por ter nos dedicado um espaço especial em seu blog.
Obrigado por nos presentear com sua amizade.

Postado por: Rita e Otto Kuester às 15:20
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A Alma Dos Diferentes
"... Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser.
Esse é um imitador do que ainda
não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado
de alguns mais e de alguns menos em hora,
momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim.
E de medo de não agüentar,
caso um dia venham, a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato.
Mas é sempre confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas.
Supondo encontrar um chato
onde está um diferente,
talentos são rechaçados; vitórias, adiadas;
esperanças, mortas.
Um diferente medroso, este sim,
acaba transformando-se num chato.
Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes
percebem porque os outros não os entendem.
Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro.
Diferente que se preza entende
o porque de quem o agride.
Se o diferente se mediocrizar,
mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar
- mesmo sem querer - alterando algo,
ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.
O diferente suporta e digere
a ira do irremediavelmente igual:
a inveja do comum; o ódio do mediano.
O verdadeiro diferente sabe que nunca
tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo,
já no primário, onde os demais de mãos dadas,
e até mesmo alguns adultos por omissão,
se unem para transformar o que é
peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura.
O que é percepção aguçada em:
"Puxa, fulano, como você é complicado".
O que é o embrião de um estilo próprio em :
"Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo
apelidos e marcações os quais acaba incorporando.
Só os diferentes mais fortes
do que o mundo se transformaram
(e se transformam)
nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe
do que o consenso.
O que sente antes mesmo
dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto
todos em torno agridem e gargalham.
É o que engorda mais um pouco;
chora onde outros xingam;
estuda onde outros burram.
Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem.
Sonha entre realistas.
Concretiza entre sonhadores.
Fala de leite em reunião de bêbados.
Cria onde o hábito rotiniza.
Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica
doendo onde a alegria impera.
Aceita empregos que ninguém supõe.
Perde horas em coisas
que só ele sabe ser importantes.
Engorda onde não deve.
Diz sempre na hora de calar.
Cala nas horas erradas.
Não desiste de lutar pela harmonia.
Fala de amor no meio da guerra.
Deixa o adversário fazer o gol,
porque gosta mais de jogar do que de ganhar.
Ele aprendeu a superar riso,
deboche, escárnio, e consciência dolorosa
de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão:
enfermos, paralíticos, machucados,
engordados, magros demais,
inteligentes em excesso, bons demais
para aquele cargo, excepcionais, narigudos,
barrigudos, joelhudos, de pé grande,
de roupas erradas, cheios de espinhas,
de mumunha, de malícia ou de baba.
Aí estão, doendo e doendo,
mas procurando ser, conseguindo ser,
sendo muito mais.
A alma dos diferentes
é feita de uma luz além.
Sua estrela tem moradas deslumbrantes
que eles guardam para os pouco capazes de
os sentir e entender.
Nessas moradas
estão tesouros da ternura humana.
De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente.
A menos que você seja suficientemente
forte para suportá-lo depois."
(Eu li esse texto no blog da Tuxa, fiquei encantada e não resisti)
Postado por: Rita e Otto Kuester às 15:23
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