QUANDO PODEMOS IDENTIFICAR O AUTISMO ?
   
 
A identificação do paciente com Autismo
dependerá, em parte, do grau de
comprometimento
(quanto maior o comprometimento mais cedo)
e da sensibilidade dos pais
e/ou cuidadores da criança.
Muito embora para observadores argutos
seja possível perceber anormalidades,
por vezes bastante sutis,
já em idades muito precoces
(poucos meses de vida),
freqüentemente as crianças chegam ao
nosso consultório por volta dos dois ou
três anos de idade porque, com esta idade,
não desenvolveram a fala.
Esta costuma ser, com bastante freqüência,
a razão da primeira consulta.
Naquelas crianças nas quais os distúrbios
comportamentais são os mais evidentes e severos,
o diagnóstico pode ser levantado mais cedo.
Uma boa norma é somente fechar um diagnóstico
de Autismo Infantil por volta dos cinco anos de idade.
   
 -

É VERDADE QUE O AUTISMO PODE SER

CAUSADO PROBLEMAS RELATIVOS À FORMA

COMO OS PAIS CUIDAM DE SEUS FILHOS ?

 
 
Acho que nos dias atuais muito poucos
profissionais ainda acreditam nesta hipótese.
Quando o autismo foi descrito pelo psiquiatra
infantil Leo Kanner em 1943 ele formulou,
no mesmo trabalho, duas hipóteses:
a primeira delas, que era mais simpática a
ele mencionava uma maternagem inadequada
como possível causa do autismo da criança
entretanto, no final do mesmo trabalho,
Kanner reconheceu que em alguns casos
o problema da criança se manifesta tão cedo
que seria difícil, se não impossível,
que a mãe, por pior que fosse,
tivesse tempo hábil para induzir a
problemas comportamentais tão severos.
Por esta razão afirmou não ser possível afastar-se,
com certeza, uma causa biológica.
A história mostra que a primeira hipótese vingou,
no sentido de ter tido ampla aceitação enquanto
que a segunda, somente bem mais tarde
começou a ser aceita.
Hoje em dia muito poucas pessoas no mundo
continuam a invocar uma causa parental
ou ambiental para o autismo.
Trabalhos científicos realizados demonstram,
de forma muito clara, que pais de crianças autistas,
como um grupo, não são diferentes, em
nenhum sentido, de pais que têm filhos
com outros problemas severos do desenvolvimento.



Postado por: Rita e Otto Kuester às 14:07
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Nesta semana,estou dedicando esse

espaço,para informar aos amigos que

aqui vem,sobre o Autismo.

Uma das maiores dificuldades

para pais de autistas,

É encontrar escolas que aceitem crianças com a

sindrome.

Apesar da boa vontade de algumas escolas,

Como a que meu filho estuda,

elas não tem conhecimento e estrutura

para atender as necessidades

dessas crianças especiais.

E não há escolas publicas,especializadas

e as particulares são extremamentes caras,

infelizmente,para poucos!!!

E o atendimento na rede publica é precario,

quase inesistente.

Os autistas precisam de acompanhamento

psicológico,fonaudiológico,neurologico

e muitas vezes psiquiatrico.

O custo disso tudo,é astronomico,

e infelizmente a grande maioria

não pode pagar e também não

conseguem na rede publica esse atendimento.

Existe em São Paulo,um Centro de atendimento

sem fins lucrativos,cujo valor da consulta é

simbolico e a qualidade do

atendimento é de primeira.

O Centro Pró Autista está localizado na

Rua das Azaléias,78 Mirandópolis São Paulo.

Para aqueles que quizerem conhecer o site

http://centroproautista.org.br

Ainda não se sabe qual a causa da sindrome,

Os especialistas acreditam,que a origem

do autismo  esteja em alguma

parte do cérebro ainda não definida de

forma conclusiva e, provavelmente

tenha a ver com a genética.

A sindrome atinge muitos mais aos homens,

numa proporção de 4 para 1.

Infelizmente pouco se sabe sobre o autismo

e suas causas.

O autismo não tem cura,mas existe varios graus

da sindrome,desde o mais severo,aos

casos chamados de autista de autodesempenho.

Alguns chegam a se alfabetizar e a falar,porém,

a dificuldade nas relações sociais é algo

que esta presente em todos os graus de

autismo.

Espero poder trazer um pouco mais de informação

sobre essa sindrome que é uma incógnita

até mesmo para os especialistas.

Beijos no coração de cada um que por aqui

passar.

"Uma sociedade só é civilizada quando

cuida dos seus frágeis"

Dr. Wanderley Domingues

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 13:08
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 Autistas possuem QI maior, segundo estudo
     

Uma nova pesquisa mostra que o

QI dos autistas pode ser de 30% a 90%

maior do que o estimado até agora.

O teste mais comum usado para avaliar

autistas é conhecido como Wechsler.

Ele requer que as pessoas entendam

comandos orais, uma das principais

dificuldades de quem possui a deficiência

      A partir desse teste,

os neurocientistas perceberam que

as crianças autistas foram mal na

parte de compreensão verbal,

mas foram extremamente bem na

parte que testa a inteligência

não-verbal e o raciocínio.

      Numa segunda fase do experimento

foram testados 60 autistas e 60 pessoas

normais com um teste escrito de QI,

chamado de Matrizes Progressivas de Raven.

As crianças e adultos normais

tiveram o mesmo

desempenho em ambos os testes.

Mas os autistas que falam,

marcaram 30 pontos percentuais

a mais no teste de Raven do

que no Wechsler.

      Alguns estudos de imagens revelaram

que pessoas saudáveis utilizam as áreas

lingüísticas do cérebro

para resolver problemas,

enquanto os autistas se identificam

com as áreas de processamento visual.
    

Enviado pela amiga Cristina

presentinhos que ganhamos da nossa querida

amiga Meire http://sonho_deuma_sonhadora.zip.net



Postado por: Rita e Otto Kuester às 12:31
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Os segredos do autismo

Texto retirado da Cronica autista,um blog que traz

informações importantissimas sobre o tema.

 http://www.cronicaautista.blogger.com.br

Traduzido/transcrito por Argemiro Garcia

Enviada à Comunidade Virtual Autismo no Brasil por Cíntia |

As últimas descobertas sobre o transtorno, que atinge um milhão de pessoas no Brasil


Lucas em quatro fotos
Inquieto: desde pequeno, Lucas apresentava sinais da síndrome, como agitação e fixação por um assunto

Quem passa um tempo com Lucas Ohara, nove anos, pode ficar com a impressão de que o menino é às vezes um pouco mais agitado do que o normal ou mais desligado do que a maioria das crianças de sua idade. As duas coisas são verdadeiras. Lucas é autista. Isso significa que ele é portador de um transtorno do desenvolvimento que provoca alterações no comportamento, na interação social e no uso da imaginação. Crianças como ele, em maior ou menor grau, podem passar horas observando um ventilador girar ou gastar longos minutos batendo os dedos em uma mesa. Também são capazes de saber tudo sobre temas inusitados - o assunto favorito de Lucas, por exemplo, são os dinossauros - e, apesar disso, guardar as informações para si. Nada mais compreensível, segundo a lógica autista. Afinal, eles têm uma imensa dificuldade em se relacionar com os outros e com o mundo. Em alguns momentos, inclusive, é como se nenhum dos dois existisse.


Cena do filme Snow Cake
Cinema: novo filme, estrelado por Alan Rickman e Sigourney Weaver, fala sobre o transtorno. Ela interpreta uma portadora
Esse distúrbio tão peculiar atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil. No cinema, filmes como Rain Man (Dustin Hoffman fazia um autista irmão do personagem vivido por Tom Cruise) e Snow cake (Bolo de neve), recém-exibido no Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha, e sem data para estrear no Brasil, ajudam a revelar um pouco do mundo dessas pessoas. Snow cake mostra o envolvimento da autista Linda (Sigourney Weaver) com o ex-presidiário Alex, vivido por Alan Rickman.

Mas é da ciência que surgem as melhores respostas. A síndrome foi oficialmente descrita pela medicina há apenas 63 anos e já se avançou muito nas pesquisas. Recentemente, especialistas reunidos no encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência, nos Estados Unidos, apresentaram uma revisão na maneira de avaliar os autistas. O médico Laurent Mottron, pesquisador do tema no hospital canadense Riviere-des-Prairies, defendeu a tese de que, apesar de seus problemas, os autistas são mais inteligentes e habilitados a desempenhar funções do cotidiano do que se imaginava até agora. "A idéia de que grande parte dos pacientes tem retardo mental é equivocada. Apenas alguns deles apresentam esse tipo de limitação. Portanto, os autistas devem ser vistos de outra forma", esclarece o pesquisador. O cientista acredita que muito da visão turva até hoje preponderante se deve ao fato de que os portadores geralmente não eram submetidos a testes que pudessem avaliar corretamente sua capacidade de raciocínio.

Natália Boralli
Natália Boralli, 19 anos Os primeiros sinais do autismo apareceram quando ela era bebê. Aos poucos, a menina isolou-se de tal maneira que o mundo à sua volta parecia não existir. A mãe, a assistente social Eliana, procurou ajuda. Tanto buscou que fundou a Associação dos Amigos da Criança Autista, hoje responsável pelo acompanhamento de 33 crianças. Natália sabe ler, escrever e desfruta de boa autonomia.
A descoberta feita pelo canadense aponta para uma nova maneira de encarar e tratar as vítimas da síndrome, o que é uma ótima notícia. Os estudos, no entanto, ainda não deram respostas definitivas a uma questão importante: a causa do transtorno. Nessa direção, o que existe de novo é um trabalho divulgado em dezembro por cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA). Eles mostraram que o tamanho do córtex cerebral (região do cérebro) de crianças autistas é maior do que o de jovens sem o transtorno. É justamente nessa área que se processam os pensamentos e agora se investiga como essa característica influi no surgimento dos sintomas.

Ana Carolina
Ana Carolina, seis anos O comportamento da menina começou a chamar a atenção depois dos três anos. Ela não atendia quando a chamavam, nem olhava para ninguém. Às vezes, passava horas sentada no mesmo lugar. O diagnóstico veio um ano depois. Hoje, acompanhada por especialistas, ela ainda não fala. Mas aponta o que deseja. A mãe, Cristiane, está mais feliz. "Tenho maior contato com minha filha agora", diz.
Com essas novas descobertas já é possível aprimorar e aumentar as opções de tratamento. "Recorremos à psicoterapia para estimular as habilidades sociais do paciente, à ajuda de profissionais especializados para melhorar o controle motor e a remédios, quando necessário, para atenuar sintomas como a hiperatividade", explica o psiquiatra infantil Fábio Barbirato, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Com essas medidas, o que se busca é aumentar a autonomia do autista e proporcionar-lhe um desenvolvimento mais adequado, suficiente para criar as pontes que facilitarão sua convivência com o mundo. Caminho trilhado pelo pequeno Lucas, hoje assistido por especialistas da Associação de Amigos do Autista e estudante da segunda série de uma escola preparada para receber crianças como ele, em São Paulo. "Ele está mais auto-suficiente. Mais preparado para a vida", diz a mãe, Paula Guimarães. A torcida é para que Lucas e todos os outros autistas fiquem cada vez mais sintonizados com o mundo.

E há motivos para otimismo. Além das descobertas do especialista canadense, a medicina já amealhou um sólido conhecimento das características mais importantes do transtorno. Entre elas estão sinais inconfundíveis, surgidos nos primeiros anos de idade, como agitação excessiva. "É comum também o aparecimento de movimentos repetitivos com as mãos ou com o corpo e a fixação do olhar em algum ponto", explica o psiquiatra Estevão Vadasz, do Hospital das Clínicas de São Paulo. (leia mais sintomas no quadro abaixo).

Sabe-se também que o distúrbio tem graus variáveis. Há os mais severos, nos quais muitos pacientes não falam e apresentam elevada agitação e agressividade. Existe ainda o autismo de alta funcionalidade. Nesses casos, os portadores aprendem a ler e têm boa capacidade intelectual, mas manifestam limitações motoras e de socialização. E há os autistas diagnosticados com a síndrome de Asperger. São indivíduos que possuem muita dificuldade na relação social, mas não apresentam atraso no desenvolvimento da cognição. Muitos até se destacam pela inteligência em áreas relacionadas à arte e às ciências exatas. 

Postado por: Rita e Otto Kuester às 16:04
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A muito tempo deixei de "rezar"

Pelo menos da forma como me ensinaram que deveria

Não sei dizer porque,ou quando

Mas simplesmente não sei mais fazer as velhas orações

como fazia desde de criança

Hoje sinto que minhas orações são feitas

a todo momento

Não em forma de pedido, mas de agradecimento

Sempre que olho meus filhos

Meu coração agradece por te-los

Sempre que entro em casa

Sinto-me abençoada

Meu coração esta repleto de sentimentos

De gratidão e de amor

Não creio que haja nada mais forte do que isso

E mesmo não fazendo orações toda noite

Não rezando conforme aprendi

Não indo ao igreja

Não lendo a biblia

Sinto que tenho orado mais e mais fortemente

Pois a todo momento meu coração se enche de

luz em oração silenciosa

Agradeço sem palavras as dadivas que recebo

Falo com o criador atravez dos meus sentimentos

E sou agraciada com a presença constante

de seu amor

Pois Ele me deu anjos

Quem são as mais puras criaturas do SENHOR.

Quando comecei esse blog

Conheci 2 pessoas maravilhosas

Que me acompanham nessa minha caminhada

E dividem comigo,as alegrias e descobertas

De ter  pequenos anjo em nossas vidas.

Obrigado Mary e Jairo

Por fazerem parte desse meu mundo virtual

E dos meus sentimentos reais

E claro

Por trazer o Thomas para iluminar ainda mais minha vida.

Amo vocês com todo meu coração

Obrigado por sempre estarem presentes.

 

 



Postado por: Rita e Otto Kuester às 19:21
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Olá...eu sou Gabriel e tenho 07 anos.

 Sou um garotinho muito especial,

sou autista.

Tenho 2 irmãos, Matheus de 12 anos

e Guilherme de 05 anos.

Mamãe e papai criaram esse espaço

para contar sobre nossas

 descobertas e conquistas.

Enfim, para contar

sobre um universo maravilhoso chamado

AMOR.

 






                    
                                         









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